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Flechas do Medo

Parte 2/2 – Reencontro

Fênix vermelha – Depois de tantos anos o destino nos direcionou a um encontro inusitado.

Long Bai – Desde o primeiro dia que eu lhe vi, eu declarei que você seria minha ! O destino nos direcionou até o último segundo que eu viver, eu lutarei para a ter!

Fênix vermelha – Um demônio e um anjo ?

Long Bai- Tudo é possível quando duas mentes se desejam.

Então a Fênix sorriu, e suas espadas retornaram ao normal junto com o tempo que parou, para que os amantes se amassem.

Ele a pegou pela mão e ela, o perguntou aonde ele a levaria. Sua resposta foi clara e simples “Apenas feche os olhos e permita que eu a conduza. “

Ao alto do monte Kulun, ele a levou diante do por do Sol. A montanha que conectava o mundo imortal ao mundo mortal. Ao abrir os olhos, ela sorriu pois jamais havia se achegado aquele monte sua áurea negra não a permitia, mas ao estar com um anjo o que a lhe impediria ? Não havia ninguém para lhe tirar dali, como nas últimas vezes que ela desejara sentar ao alto da montanha para apreciar a paisagem e tocar sua flauta ao luar.

Fênix vermelha – Obrigada, você realizou um sonho!

Lóng Bai – Eu ?

Fênix vermelha – Sim, a barreira mágica que habita em Kulun, nunca permitiu que eu alcançasse este local! Mesmo com a energia que carrego em minha espada.

Lóng Bai – Eu conectei minha áurea a sua, assim pude lhe trazer aqui! Mas qual energia você carrega em sua espada?

Fênix vermelha – No tempo certo saberá! Está passagem é mais bela que qualquer local que já estive.

Lóng Bai – Está paisagem é bela e harmônica, como o que sinto por você.

Fênix vermelha – Isso não é possível !

Lóng Bai – Por que não seria ?

Fênix Vermelha – Eu sou um demônio e você é diferente! Estamos condenados desde a troca de nossas espadas.

Lóng Bai – Eu trocaria minha imortalidade, por mil vidas humanas com você!

Fênix vermelha – Você é louco! Somos marcados por guerras! Somos inimigos antes mesmo de nossos nascimentos!

Lóng Bai – Nós não somos nossos pais! Nós somos nós, e temos o direito de nos amar.

Fênix vermelha – Eu apenas acreditarei se você me provar !

Lóng Bai – Como, eu poderia provar ?

Fênix vermelha – Eu quero me entregue o que mais estima e eu entregarei a você o que mais estimo.

Lóng Bai – O que mais estimo ? O que mais estimo é simples, entre todas as armas do reino dos céus é algo que me faz sorrir e nunca me deixou desde que eu me entendo como imortal!

Fênix vermelha – Então, é isto que eu desejo!

Lóng Bai – Eu lhe entregarei, feche os olhos e estenda suas mãos.

Assim, a Fênix fez e ao estender suas mãos foi lhe dado o arco da emoção, como chamará o príncipe o arco que sua mãe lhe deixara. Este arco, não continha flechas ao contrário de todos, suas flechas eram suas emoções. O arco deparava conforme os sentimentos de seu mestre. Ao abrir os olhos, a Fênix sorriu e lhe entregou sua pena. O príncipe então se surpreendeu. A Fênix, então lhe explicou que ela não era uma Fênix, no entanto, sua mãe era uma Fênix dos Céus que se apaixonou por seu pai e se tornou um demônio renunciando todo seus status por amor. Então o príncipe, respondeu que nunca havia escutado sobre tal história, ela lhe afirmou que nesta noite a Fênix voo sobre os Céus e despejou uma chuva de esquecimento, ela havia contaminado todo o local com as gotas do Rio do esquecimento, assim ninguém saberia de seu feito, apenas saberia os amantes que amavam desde sua primeira troca de olhares no palácio em um banquete de comemoração real nos Céus. Ela também o disse que está pena realizaria qual quer desejo que tivera em seu coração, então ele sorriu e disse que depois disto tudo o único desejo dele era que o amor entre o demônio e anjo fosse real, como de seus pais reais. Então ela sorriu e lhe a beijou no alto de sua testa, dizendo que por ela faria como sua mãe o fez e então ela replicou que ele jamais deveria se tornar um demônio, pois sua mãe morreu logo após seu nascimento e ela foi chamada pelo nome de sua mãe Li’er, mas conhecida como a Fênix vermelha. Então o príncipe a abraçou e disse que não permitiria que ocorresse os feitos do passado, e que eles seriam felizes por todas as eternidades.

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