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Photography

Uma das coisas que mais amo é fotografar flores, elas são como nós. São lindas, porém são passageiras. Mas também amo fotografar os céus e as demais coisas, pois nas fotos moram as lembranças e nas memórias os mais profundos sentimentos.

Brighton- MA
Brighton- MA
Brighton- MA
Brighton- MA
New York
Everett- MA

Espero que tenham gostado, em breve estarei postando os contos novamente! 🦋

reflexão

Um beijo passageiro

Fotos fornecidas por Pexels

No meu trabalho, eu vejo muitos jovens indo beber e se divertir para esquecer seus problemas e alguns deles dão em cima até de nós garçonetes. Mas notei que muitas vezes, isto surge por uma carência, por falta de algo interiormente. Nitidamente o problema não é exterior pois fazem altas contas de $300,00 ou mais. No entanto, o dinheiro não pode comprar a felicidade, lealdade. O dinheiro não pode comprar o amor. Ele pode te trazer “amigos” que logo se tornaram estranhos em sua vida, quando você perder sua parte financeira. Pois estes não são seus amigos e sim amigos do seu dinheiro. A verdade que todas estas coisas são beijos passageiros. Os momentos em que tanto ansiamos para nos dar prazer é como o vento que passa entre nossos rostos e nunca mais retorna. Nesta vida devemos buscar alguém não pela condição financeira, e sim pela vontade de crescer, pela lealdade. Eu sei que ao ler isto muitos vão dizer o quanto isto está difícil, mas a pessoa mais especial da sua vida pode estar bem a sua frente só esperando uma chance que você não dá. Lembremos que a beleza dos vinte, logo não será a beleza dos 40 e assim por diante. A única beleza que podemos e devemos garantir por nossas vidas é o caráter. O caráter, não tem preço ou você o tem ou não tem. Não permita jamais que a sua vida, seja feita de momentos e sim de memórias. A diferença entre memórias e momentos ? A memória marca, o momento passa.

再见 👋🏼

reflexão

Amor intenso

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大家好!Algum tempo, eu não tenho postado nada no blog! Por isso venho pedir desculpas em três idiomas, para poder convencer a todos de meu arrependimento kkkk 对不起!Sorry! Desculpa! levem na brincadeira por favor. 🙏


Bom eu tenho estado fascinada por uma canção chinesa : https://youtu.be/HC4yFDLT5JQ

Ela fala sobre uma jovem que não deseja amar e implora para não ser amada, pois ela se vê como uma criança e não tem coração. É realmente divertida a música e seu dorama.


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Sonhos

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Nestes dias, eu tenho pensado nas lutas que tenho passado e o motivo deu ainda não ter desistido. Toda vez que a voz do desespero aparece na minha mente com estas palavras “Desista, você não irá conseguir”. Eu me lembro de uma frase que ouvi de três homens diferentes “Não deixe seus sonhos morrerem” isto vem como um combustível para minha alma. Nosso maior adversário somos nós mesmos, está nas nossas mãos o poder de continuar ou desistir.

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Flechas do Medo

– A Espada

Ao chegar na floresta, Huá’er sacou sua espada o príncipe no entanto, dançou conforme a música.

Huá’er – Você está pronto ?
Príncipe – Por que, eu não estaria ?

Então com um sorriso, ela o atacou. Suas espadas dançavam, e isto fazia com que o príncipe a achasse interessante, ele queria saber porque o áurea dela, se misturava com uma escuridão profunda e com um leve luz. Ela era um caso a parte, algo que se encontra em um milhão de anos, ou nunca em bilhões de anos.
Tanto a princesa, tanto o príncipe não usaram de seus poderes e lutaram como humanos. Huá’er o surpreendeu, ao levar a espada até seu pescoço, então o príncipe sorriu e se rendeu.

Príncipe – Parabéns pela sua vitória!
Huá’er – Você me deixou vencer!
Príncipe – Talvez sim! Talvez não!
Huá’er – Você queria saber sobre a espada !?
Príncipe – Sim! Mas lutar com você foi mais interessante que saber da onde ela vem!
Huá’er – Ela sempre esteve comigo!
Príncipe – Acredito que não!
Huá’er – Como não?!
Príncipe- Nos vemos numa próxima!

Então o príncipe com sua rapidez, foi por trás de Huá’er e a desmaiou. Chamando então o general Li.

Príncipe – Cuide bem dela! Eu sei que ela, nem você pertence a este Mundo.
General Li – Obrigada por não a machucar! Meu dever é a proteger! Mas peço que se mantenha longe!
Príncipe – Isso será impossível! Ela tem algo que me interessa!
General Li – Se é a espada a leve e a deixe em paz!
Príncipe – Não é está espada, com tudo o coração dela me chama atenção.

Então o príncipe, virou as costas e saiu com seu fiel escudeiro. Ambos voltaram, ao Submundo para a luta que os aguardava a assistir.

O general Li, pegou Huá’er e a levou até o santuário de sua mãe ao meio das montanhas a deitou sobre a cama, e lhe fez compressas de água quente. De repente, então ela acordou.

Huá’er – Onde, eu estou ?
General Li – No santuário de sua mãe!
Huá’er – Minha mãe ?
General Li – Sim! Hoje é seu aniversário, eu decidi lhe trazer aqui. No entanto, quando você completou um ano a espada de seu pai a encontrou e jamais saiu de seu lado, e a espada de sua mãe continuou aqui!
Huá’er – Meu pai? Ele apenas fez mal, a mamãe e ao nosso povo! Aquela maldita espada, eu já tentei me livrar dela de todas as formas! Mas ela insiste em ficar comigo!
General li – Como o arco e flecha?
Huá’er – Sim! Eu sei que também eram de meu pai! Mesmo assim, você as me deu!
General Li- Eu dei o arco, para saber seus sentimentos, para jamais a ver triste!
Huá’er- Ter este símbolo de amor traidor, já me faz triste!
General Li- Você não entende muitas coisas criança! Apenas continue com eles, no futuro irão te proteger.
Huá’er – Tudo bem! Mas por que estou aqui ? Depois te lhe enfrentado e lutado com aquele mortal!
General Li- Você não sentiu por conta do álcool em seu sangue, mas ele não era um mortal e quero que fique longe dele!
Huá’er- Não era um mortal ?
General Li- Não! Eu não poderei proteger você para sempre!
Huá’er- Como não !?

Então o general, pois a mão sobre a cabeça de Huá’er e sorriu, ele sabia que sua vida estava acabando, pois deu metade dela a sua falecida amada, para que Huá’er, nascesse e sua amada vivesse… mas nem tudo ocorreu, como ele planejará.

General Li – Bom! Hoje é seu aniversário e também o dia de sua luta pelo trono!
Huá’er- Eu não quero lutar!
General Li- Você precisa lutar! Não estarei aqui para sempre, como também seu exército precisa ser protegido por você!
Huá’er- Por quê? Eu tenho o vovô, e você insiste em dizer que não estará aqui!
General Li- Mesmo que seu avô tenha acabado com suas ganâncias, seus tios ainda são maus e desejam o trono para guerra! Seu exército é o mais bem treinado e mais forte! Deixado por sua mãe, seu legado. Pequena garota!
Huá’er- Então eu lutarei! Não porquê quero o trono, e sim por querer paz entre os reinos e jamais querer ver meu progenitor em guerra! Se não o matarei, e este é digno de pena!
General Li – Bom! Bom! Mudando este assunto! Sua mãe me pediu que entregasse algo a você!
Huá’er- Algo a mim ?
General Li – Sim ! Vá lá fora e verá! Chame pela espada da Fênix vermelha e se você for digna, ela vira até você!
Huá’er- Mestre está falando da espada da minha mãe !?
General Li – Sim! Você se tornou uma bela flor e agora está na hora de a ter com você.
Huá’er – Obrigada mestre !

Huá’er, então foi ao lado de fora da pequena cabana e contemplou naquela madrugada as estrelas, as flores, os vagalumes e o rio fluindo. Da janela, o general a olhava e em suas memórias vinha a sua amada, o vento no cabelo de Huá’er, fazia com que a semelhança ficasse cada vez maior. Então Huá’er, convocou a espada da Fênix Vermelha está apareceu a ela. Se conectando com sua alma e áurea, está espada havia sido forjada por sua ancestral e toda sua energia dos céus foi depositada nela, fazendo com que a áurea de um demônio pudesse se conectar a de um anjo. Assim, Huá’er e sua mãe, puderam ser geradas, mas o preço era a própria vida.

Contos, reflexão

Confia no que não vê

Parte – 4

Todo dia Ana Júlia, pensava no seu amor. Falso amor este era o fato. Jovem garota enganada, pelo coração. Tempos depois sua mãe o descobre, pega seu telefone e a trama de verdade começa. Logo diriam que sua vida parecia mais uma novela mexicana do que uma vida de verdade.


Mãe – Gostaria de saber com quem você tanto conversa nesse telefone!

Ana Júlia – Com ninguém mãe!

Mãe – Então, eu quero ver!


Quem iria imaginar que a mãe da menina ia pegar seu celular, logo viu suas conversas de “amor” com Marcelo, ele que só entendia de dança e de ficar. Logo sua mãe entendeu tudo e a descobriu.


Mãe – Saia da vida da minha filha!

Marcelo – Ana! Para de palhaçada!

Mãe – Não é a Ana Júlia! É a mãe dela e eu não quero mais você na vida dela seu moleque.


E assim tudo se acabou, sua mãe a prendia em casa mais do que o normal, até mesmo para ir a “igreja” ela a levava até a porta. Triste história, mas este nem é o fim e sim o começo da história triste e verifica de Ana Júlia. Logo saberão se haverá ou não um final feliz. Voltando a trama… que se arma na vida dela.

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Flechas do Medo

Amargura – 2/2

A princesa com seu coração em pedaços, partiu ao penhasco mais alto que poderia encontrar. Seu único objetivo era acabar com toda a dor estava em seu peito, sacou em suas mãos o arco das emoções e apontou para seu coração. Em seus pensamentos uma única flecha com seus sentimentos mais profundos, poderia acabar com a dor que lhe afligia. Quando então em seu peito disparou a flecha, com convicção que tudo iria acabar, seu General mais fiel, seu escudeiro desde a infância apareceu e lhe resgatou. A puxou pela mão e abraçou.
General Li – Como você ousa me deixar sozinho ?
Naquele exato momento, a princesa sentiu seu coração aquecido novamente e ela havia entendido que não era apenas lealdade que o general sentia, e sim amor. Mas era tarde de mais para ela retribuir todo este sentimento. Mas também naquele exato momento ela se arrependeu profundamente de não ter entregado seu coração ao general que tanto cuidou dela em silêncio. Ela apenas pediu em baixa voz e sem forças de para que ele a tirasse dali e a levasse onde ninguém poderia a encontrar. As pressas ele acatou a sua ordem e a levou, para um pequeno casebre no meio das montanhas onde fluía um rio no mundo mortal e as flores eram como as estrelas em grandes quantias. Já desmaiada e sem reação, ela não sabia onde estava mas em seu coração se sentia segura. Dias humanos se passaram, dias imortais também se passaram e inconsciente ela ainda se encontrava, nem o rei do Submundo, nem ninguém os encontrava. Mas no fundo o Rei do Submundo, sabia que sua filha segura estava. O General, tratou de suas feridas e também lhe deu metade de sua vida. Aos poucos, ela se recuperava até que acordou. Ao olhar tudo, apenas ficou em silêncio e o General que pouco sabia de cozinha, lhe preparava sempre sopa de batatas e galinha. Pelas manhãs, ela permitia que o Sol, tocasse seu rosto e que as flores a alcançassem. Pela noite, ele tocava flauta, ele sabia que isso a acalmava. Mesmo que ela demonstrasse paz, na verdade a princesa ainda se encontrava em caos. Então chegou o dia em que sua bolsa estourou, o bebê que ela carregava estava para nascer. O General, sozinho lhe fez o parto e ali nasceu o fruto de seu amor perdido, o amor que a consumiu, mas também a matou de todas as formas. Então o general pegou a pequena bebê de olhos castanhos escuros, e cabelos negros, cujo tinha uma marca do dragão em suas costas. Ao olhar a criança a princesa vou seu amado, sorriu e lhe deu o nome de Huá’er, seu nome foi dado por flor, já que as flores nasciam com alta formosura e também morriam e assim havia sido o amor de sua mãe e seu pai. Ela então nos olhos do general olhou fixamente e lhe pediu perdão por não poder retribuir todo amor que ele tinha a dado e que se arrependia profundamente de nunca ter lhe reparado. Ele sorriu e disse que o passado não importava e ali cuidaria da jovem Huá’er e dela, como esposa e filha. Ela pegou sua mão tocou no rosto do general e sorriu e assim lhe disse “ Me sinto em paz por saber que cuidará da minha filha como sua, peço perdão por não poder retribuir seu profundo amor por nós!” Ele retrucou ao dizer que ela não deveria falar isto, mas ela insistiu em falar que sua doença, era de amor e que nada poderia mudar isto. Então ela sacou de sua alma, sua espada e seu arco e deixou o selo do exército para sua filha. Ele se pois a chorar, um general com as lágrimas a rolar, está cena era marcante e sua alma ali se despedaçava em ver sua grande amada partir. Suas últimas palavras foram “Cuide dela, não permita que ela sofra! Não permita que ela tenha esta doença chamada amor! Entregue esta espada a ela, no tempo certo! Quando ela se desabrochar e se tornar uma linda flor!” Assim a princesa morreu deixando sua herdeira. O general então selou o local, e ali fez o santuário da princesa. Ele também selou a para que na hora certa as entregassem a princesa, a única coisa que ele permitiu que ela tivesse desde pequena era o arco, pois mesmo que seu ódio pelos céus fosse grande, saberia ele os sentimentos da jovem quando usasse das flechas que ele julgava ser de tormenta. Ele apenas queria que ela sorrisse e jamais experimentasse da dor… mas como em toda história, isso jamais poderia acontecer. Então o general Li decidiu voltar ao Submundo, e criar a pequena Huá’er, para que ela jamais soubesse o que era a dor do amor entre um anjo é um demônio. O Rei do Submundo ao saber de tudo, tomou o decreto e ali, nascia a ordem para a conquista do trono. Como acordou com o imperador, fez com que todos os súditos tomasse do Rio do esquecimento, mal eles sabiam que o general não o tomou e sim os enganou.

China, reflexão

Preconceito

Fotos fornecidas por Pexels

Eu me segurei para não falar deste assunto, entretanto, eu não consigo fechar meus olhos para esta questão. O coronavírus, chegou até a humanidade e fez muitas tragédias e este vírus poderia ter chegado em qualquer continente. Mas as pessoas não pensam nisto, elas apenas pensam que o próprio povo chinês é um “vírus”… Meus caros, eu gostaria de dizer a vocês que o preconceito de vocês é um vírus que tem se devastado mais rápido que a própria doença. O amor tem se esfriado a cada dia. Hoje em dia é comum pessoas pegarem câmeras e gravarem outras cometendo suicídio, em vez de erguer os braços para ajudar. Nós temos um egoísmo tão grande que não cabe em palavras. Quando algo ruim acontece conosco odiamos ser criticados e queremos ser ajudados sem muitas perguntas. E este é o caso agora, eles precisam ser ajudados, seja com orações ou com atitudes. Eles não precisam de críticas.

“Lembrem o bem plantado hoje é a graça colida amanhã.”

Está graça é a graça de Deus, é graça de alguém para com você. Sim, quando você precisar de ajuda está sua atitude será lembrada. Obviamente não devemos fazer algo buscando segundos interesses. Mais bem aventurado é o que dá. O que recebe se alegra e o que dá se completa com a alegria do que recebeu.

Em tempos maus, seja a diferença. Devemos ir contra mão do Mundo. Guerras só trazem mais mortes, mais vírus mentais e estes vírus mentais são os preconceitos.

Agora vamos refletir em algo. É tão divertido fazer pedidos em sites chineses. É tão alegre quando sua encomenda chega não é? Hum, claro que é! Agora vamos usar nossas cabeças, este povo que muitos têm chamado de vírus… trabalham muito para suas encomendas chegarem até vocês e lhes fazerem felizes.

Então agora que eles estão com problemas, eles se tornam inúteis? Além de trabalhadores, eles são seres humanos, como você!

Reflita se seu preconceito, não é ignorância!

再见 👋

Contos, Fantasia

Confia no que não vê

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Parte – 3

Ana Júlia, garota ansiosa… Será pra que? Bora lá vê? O caso verídico do “Confia no que não vê”


Mensagem:

Ana Júlia – Queria te ver!

Marcelo – Eu também queria te ver, hoje é dia dos namorados.

Ana Júlia – Que tal nos vermos hoje? Às 18:30, só posso esse horário… digo que vou à igreja e te encontro.

Marcelo – Uma ótima ideia! Mas se fosse minha namorada já ia ganhar presente.

Ana Júlia – Mas não posso ser… não agora!

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Contos

Flechas do Medo

Amargura 1/2

Naquele momento ambos se amaram, sobre a montanha nada fizeram, a não ser tocarem flauta e sorrirem por toda a noite. No dia seguinte, eles haviam seguido para seus reinos, com a promessa que se encontrariam em uma simples hospedaria na rua da feira. E assim fizeram dias após dia em um dado momento o príncipe construiu uma pequena e aconchegante cabana no meio da floresta para que esquecessem do tempo. Com todo amor que sentiam, esqueceram que ambos eram da realeza e que estavam a ser observados pela desconfiança de seus pais. Em uma noite depois de várias noites, eles trocaram seus votos e nesta mesma noite sobre a forte Lua. A semente na Fênix foi plantada. Após sua noite, o dia amanheceu e o príncipe ali não estava mais. Ao acordar, a Fênix, se sentiu traída e usada. Então o General Li apareceu e lhe disse que ele havia a deixado para se casar com outra. Em seu coração o General sofria em mentir, pois aquela era a mulher que ele amara desde sua infância, aquela era a mulher que jurara proteger até o último segundo de sua vida imortal. Mesmo que nunca a tivesse, nunca a faria sofrer. Está era a lealdade de um homem apaixonado. A Fênix não sabia que o príncipe havia sido convocado e obrigado a ir ao palácio real, para prestar contas de seu pecado. O pecado de um amor proíbido, sempre seria condenado com o fim de uma vida. Ambos não sabiam que seus pais, por um minuto concordaram em trabalhar juntos. Um com a mentira, e outro com a força do braço. Ao voltar ao Submundo, a Fênix descobriu sua gravidez e por todos os dias lançava uma flecha com suas emoções para o alto, para que onde ele estivesse a visse e a encontrasse, e todos os dias o General Li, cuidava dela como se fosse seu próprio ar a respirar. Mesmo se sentindo traída, no fundo ela não conseguia acreditar que seu amado iria a deixar algo deveria ter acontecido. Então um dia, ela se disfarçou de serva e escapou da vista do rei e do general, lhes dando ervas de dormir. Subindo ao Céu, conectou sua energia a da flecha, e a da espada, assim entrando despercebida com sua áurea negra camuflada. Então, seu coração se abateu ao ver seu amado com outra mulher, cujo também esperava em seu ventre uma criança. A cena de amor era forte, era como se tudo que ele havia lhe prometido tivesse sido esquecido por ele. Ao observar a cena, esperou anoitecer e foi até o palácio do príncipe. Por dentro a jovem Fênix chorava, mas por fora sua ira gritava. Ela não contava que ali no quarto quem a esperava era seu próprio pai que não havia adormecido e o Imperador dos Céus.
Fênix vermelha – Pai real ! O que faz aqui ?!
Rei do Submundo – Nenhum dos seus truques poderia me derrubar. Permiti que você tivesse um amor jovem até certo ponto! Mas quando enxerguei sua loucura, eu não pude permitir que você continuasse !
Fênix vermelha – A mesma loucura que você teve ao amar minha mãe ?
Rei submundo – Você não tem direito de proferir uma palavra sobre sua mãe! Os tempos são outros !
Fênix vermelha – Os tempos são outros, mas as pessoas sempre irão ter em si sentimentos a se manifestar!
Imperador do céu – Humanos sempre terão sentimentos a se manifestar! Não anjos e demônios!
Imperador do céu – Em seu ventre já está carregando a semente de sua loucura!
Está criança não é tirada de seu ventre, por ser meu neto real !
Fênix vermelha – Pai real ?! Concorda com isto tudo !?
Rei do Submundo – Sim! Está criança não foi arrancada de seu ventre, pois é uma criança real !
Fênix vermelha – Acaso esquecestes do passado ?
Rei do Submundo – Cale a boca !
Fênix vermelha – Pai real !
Rei do Submundo – O esqueça !
Imperador do céu – Mais sábio é escutar seu rei ! Afinal, ele não lembra de você!
Fênix vermelha – Como ele poderia ter me esquecido!?
Imperador do céu – Ele fez a escolha dele, ele decidiu tomar do Rio do esquecimento e nunca mais lembrar de você!
Fênix vermelha – Ele não faria isso !
Imperador do céu – Ele apenas enxergou que o que tinha entre vocês era uma loucura!
Fênix vermelha – Eu quero o ver! Eu quero o ver ! Eu não acredito em vocês!
Imperador do céu – Mande o terceiro príncipe entrar.

Então a entrada do terceiro príncipe foi anunciada. De frente para a princesa Fênix ele ficou, e lhe foi perguntado se ele lembrará dela, entretanto, sua resposta foi dolorosa em nenhum momento ele lembrará dela. Suas lágrimas começam a rolar em seu rosto, então ele as secou e pediu perdão, pois em seu coração sentia dor mas não havia lembranças dela. Sua última esperança foi sacar seu arco, então ela perguntou se ele lembrará deste arco e ele disse que sim. E que havia perdido o arco, sua mãe havia o dado no dia em que foi posto de castigo, por não cumprir suas missões e por não saber qual cargo nos Céus teria, pois era jovem e sem muita apetite por poder e sim por caça e boa comida, também era apreciador de bons vinhos. Então sua mãe lhe deu este arco, e lhe disse que um bom homem humano sempre caça e na caça ele põe força e emoção e nisto tudo seus sentimentos mais íntimos são mostrados e por este arco se tornou um grande príncipe e general. Ele não era um homem humano, mas seu coração era e que através das flechas da emoção, encontraria paz e sabedoria. Desde aquele dia, ele havia se tornado forte e sábio. A princesa então se conformou com muita dor que ele não o mais pertencia, ao ver a nova amada de seu amado entrar enxugou as lágrimas e sorriu estendeu a mão com arco para lhe devolver. Então o príncipe lhe disse que se havia a conhecido antes e se aquele arco estava com ela, então deveria ficar com ela, pois ele sabia que apenas daria algo assim a alguém de muita confiança e que jamais ele perderia, pois estava guardado em sua alma. Então, ela disse “amigos” e ele confirmou “Sim, talvez tivéssemos sido bons amigos quando passei pela minha penitência humana. Eu esqueci de tudo que vivi no passado e hoje estou casado escrevendo novas histórias e refazendo poucas memórias de minha infância!”
A alma da jovem Fênix vermelha, se desfez em pedaços então ela disse “Somente bons amigos!” Ele sem compreender o que estava acontecendo a abraçou e lhe pediu perdão por não conseguir se lembrar dela e lhe disse que ela deveria ser alguém especial, mas que o passado era apenas o passado e como ele havia escrito novas histórias, ela também deveria. A princesa então lhe disse que não precisava de sua pena virou suas costas e saiu. Mesmo que demonstrasse ter em si força, se fosse disparar suas flechas iriam sair flechas de dor e medo. O medo ? O medo era a solidão que cercava todo seu coração.