Contos, reflexão

Confia no que não vê

Parte – 4

Todo dia Ana Júlia, pensava no seu amor. Falso amor este era o fato. Jovem garota enganada, pelo coração. Tempos depois sua mãe o descobre, pega seu telefone e a trama de verdade começa. Logo diriam que sua vida parecia mais uma novela mexicana do que uma vida de verdade.


Mãe – Gostaria de saber com quem você tanto conversa nesse telefone!

Ana Júlia – Com ninguém mãe!

Mãe – Então, eu quero ver!


Quem iria imaginar que a mãe da menina ia pegar seu celular, logo viu suas conversas de “amor” com Marcelo, ele que só entendia de dança e de ficar. Logo sua mãe entendeu tudo e a descobriu.


Mãe – Saia da vida da minha filha!

Marcelo – Ana! Para de palhaçada!

Mãe – Não é a Ana Júlia! É a mãe dela e eu não quero mais você na vida dela seu moleque.


E assim tudo se acabou, sua mãe a prendia em casa mais do que o normal, até mesmo para ir a “igreja” ela a levava até a porta. Triste história, mas este nem é o fim e sim o começo da história triste e verifica de Ana Júlia. Logo saberão se haverá ou não um final feliz. Voltando a trama… que se arma na vida dela.

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Contos, Fantasia

Confia no que não vê

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Parte – 3

Ana Júlia, garota ansiosa… Será pra que? Bora lá vê? O caso verídico do “Confia no que não vê”


Mensagem:

Ana Júlia – Queria te ver!

Marcelo – Eu também queria te ver, hoje é dia dos namorados.

Ana Júlia – Que tal nos vermos hoje? Às 18:30, só posso esse horário… digo que vou à igreja e te encontro.

Marcelo – Uma ótima ideia! Mas se fosse minha namorada já ia ganhar presente.

Ana Júlia – Mas não posso ser… não agora!

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Contos

Flechas do Medo

Amargura 1/2

Naquele momento ambos se amaram, sobre a montanha nada fizeram, a não ser tocarem flauta e sorrirem por toda a noite. No dia seguinte, eles haviam seguido para seus reinos, com a promessa que se encontrariam em uma simples hospedaria na rua da feira. E assim fizeram dias após dia em um dado momento o príncipe construiu uma pequena e aconchegante cabana no meio da floresta para que esquecessem do tempo. Com todo amor que sentiam, esqueceram que ambos eram da realeza e que estavam a ser observados pela desconfiança de seus pais. Em uma noite depois de várias noites, eles trocaram seus votos e nesta mesma noite sobre a forte Lua. A semente na Fênix foi plantada. Após sua noite, o dia amanheceu e o príncipe ali não estava mais. Ao acordar, a Fênix, se sentiu traída e usada. Então o General Li apareceu e lhe disse que ele havia a deixado para se casar com outra. Em seu coração o General sofria em mentir, pois aquela era a mulher que ele amara desde sua infância, aquela era a mulher que jurara proteger até o último segundo de sua vida imortal. Mesmo que nunca a tivesse, nunca a faria sofrer. Está era a lealdade de um homem apaixonado. A Fênix não sabia que o príncipe havia sido convocado e obrigado a ir ao palácio real, para prestar contas de seu pecado. O pecado de um amor proíbido, sempre seria condenado com o fim de uma vida. Ambos não sabiam que seus pais, por um minuto concordaram em trabalhar juntos. Um com a mentira, e outro com a força do braço. Ao voltar ao Submundo, a Fênix descobriu sua gravidez e por todos os dias lançava uma flecha com suas emoções para o alto, para que onde ele estivesse a visse e a encontrasse, e todos os dias o General Li, cuidava dela como se fosse seu próprio ar a respirar. Mesmo se sentindo traída, no fundo ela não conseguia acreditar que seu amado iria a deixar algo deveria ter acontecido. Então um dia, ela se disfarçou de serva e escapou da vista do rei e do general, lhes dando ervas de dormir. Subindo ao Céu, conectou sua energia a da flecha, e a da espada, assim entrando despercebida com sua áurea negra camuflada. Então, seu coração se abateu ao ver seu amado com outra mulher, cujo também esperava em seu ventre uma criança. A cena de amor era forte, era como se tudo que ele havia lhe prometido tivesse sido esquecido por ele. Ao observar a cena, esperou anoitecer e foi até o palácio do príncipe. Por dentro a jovem Fênix chorava, mas por fora sua ira gritava. Ela não contava que ali no quarto quem a esperava era seu próprio pai que não havia adormecido e o Imperador dos Céus.
Fênix vermelha – Pai real ! O que faz aqui ?!
Rei do Submundo – Nenhum dos seus truques poderia me derrubar. Permiti que você tivesse um amor jovem até certo ponto! Mas quando enxerguei sua loucura, eu não pude permitir que você continuasse !
Fênix vermelha – A mesma loucura que você teve ao amar minha mãe ?
Rei submundo – Você não tem direito de proferir uma palavra sobre sua mãe! Os tempos são outros !
Fênix vermelha – Os tempos são outros, mas as pessoas sempre irão ter em si sentimentos a se manifestar!
Imperador do céu – Humanos sempre terão sentimentos a se manifestar! Não anjos e demônios!
Imperador do céu – Em seu ventre já está carregando a semente de sua loucura!
Está criança não é tirada de seu ventre, por ser meu neto real !
Fênix vermelha – Pai real ?! Concorda com isto tudo !?
Rei do Submundo – Sim! Está criança não foi arrancada de seu ventre, pois é uma criança real !
Fênix vermelha – Acaso esquecestes do passado ?
Rei do Submundo – Cale a boca !
Fênix vermelha – Pai real !
Rei do Submundo – O esqueça !
Imperador do céu – Mais sábio é escutar seu rei ! Afinal, ele não lembra de você!
Fênix vermelha – Como ele poderia ter me esquecido!?
Imperador do céu – Ele fez a escolha dele, ele decidiu tomar do Rio do esquecimento e nunca mais lembrar de você!
Fênix vermelha – Ele não faria isso !
Imperador do céu – Ele apenas enxergou que o que tinha entre vocês era uma loucura!
Fênix vermelha – Eu quero o ver! Eu quero o ver ! Eu não acredito em vocês!
Imperador do céu – Mande o terceiro príncipe entrar.

Então a entrada do terceiro príncipe foi anunciada. De frente para a princesa Fênix ele ficou, e lhe foi perguntado se ele lembrará dela, entretanto, sua resposta foi dolorosa em nenhum momento ele lembrará dela. Suas lágrimas começam a rolar em seu rosto, então ele as secou e pediu perdão, pois em seu coração sentia dor mas não havia lembranças dela. Sua última esperança foi sacar seu arco, então ela perguntou se ele lembrará deste arco e ele disse que sim. E que havia perdido o arco, sua mãe havia o dado no dia em que foi posto de castigo, por não cumprir suas missões e por não saber qual cargo nos Céus teria, pois era jovem e sem muita apetite por poder e sim por caça e boa comida, também era apreciador de bons vinhos. Então sua mãe lhe deu este arco, e lhe disse que um bom homem humano sempre caça e na caça ele põe força e emoção e nisto tudo seus sentimentos mais íntimos são mostrados e por este arco se tornou um grande príncipe e general. Ele não era um homem humano, mas seu coração era e que através das flechas da emoção, encontraria paz e sabedoria. Desde aquele dia, ele havia se tornado forte e sábio. A princesa então se conformou com muita dor que ele não o mais pertencia, ao ver a nova amada de seu amado entrar enxugou as lágrimas e sorriu estendeu a mão com arco para lhe devolver. Então o príncipe lhe disse que se havia a conhecido antes e se aquele arco estava com ela, então deveria ficar com ela, pois ele sabia que apenas daria algo assim a alguém de muita confiança e que jamais ele perderia, pois estava guardado em sua alma. Então, ela disse “amigos” e ele confirmou “Sim, talvez tivéssemos sido bons amigos quando passei pela minha penitência humana. Eu esqueci de tudo que vivi no passado e hoje estou casado escrevendo novas histórias e refazendo poucas memórias de minha infância!”
A alma da jovem Fênix vermelha, se desfez em pedaços então ela disse “Somente bons amigos!” Ele sem compreender o que estava acontecendo a abraçou e lhe pediu perdão por não conseguir se lembrar dela e lhe disse que ela deveria ser alguém especial, mas que o passado era apenas o passado e como ele havia escrito novas histórias, ela também deveria. A princesa então lhe disse que não precisava de sua pena virou suas costas e saiu. Mesmo que demonstrasse ter em si força, se fosse disparar suas flechas iriam sair flechas de dor e medo. O medo ? O medo era a solidão que cercava todo seu coração.

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Confia no que não vê

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Parte – 2

Ana Júlia, era cristã desde que se entendia por gente. Mas não entendia o motivo de tanta tristeza na sua mente. A verdadeira resposta era, não havia confiança em Deus e a culpa era sempre d’Ele. “Por que Deus não sou feliz?” Que culpa Deus tem de nossas más escolhas ? Nenhuma! Mas em sua mente só crescia raiva e revolta e isso a consumia tão bem. Na escola, ela via quem era mal em boa vida e ela tão “certa” sempre sofria. Nesta começou a curiosidade. Com pouca idade já se tocava e logo depois dizia que desejava ficar e beijar. Suas amigas que lhe chamavam de crente já não mais o faziam, viam nela a imagem do que queriam. Os anos se passaram dos nove ela foi pros quatorze. Ela não via seu pai e quando via eram em fotos de dia dos pais com todos juntos menos ela. Já não queria de toda maneira a igreja, então se enamorou por alguém da rua. Uma estranha paixão que bateu na porta de seu coração. Ele estava parado diante dela, com sua roupa de dança e diante dele todas as meninas o viam e o abraçam isto era numa escola, a qual ela foi apenas para ver suas amigas e o destino não o próprio mal os fez se encontrar ali. Jamais era de se imaginar que toda sorte de loucura iria acontecer com essas duas peças… História verídica está.

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Flechas do Medo

Parte 2/2 – Reencontro

Fênix vermelha – Depois de tantos anos o destino nos direcionou a um encontro inusitado.

Long Bai – Desde o primeiro dia que eu lhe vi, eu declarei que você seria minha ! O destino nos direcionou até o último segundo que eu viver, eu lutarei para a ter!

Fênix vermelha – Um demônio e um anjo ?

Long Bai- Tudo é possível quando duas mentes se desejam.

Então a Fênix sorriu, e suas espadas retornaram ao normal junto com o tempo que parou, para que os amantes se amassem.

Ele a pegou pela mão e ela, o perguntou aonde ele a levaria. Sua resposta foi clara e simples “Apenas feche os olhos e permita que eu a conduza. “

Ao alto do monte Kulun, ele a levou diante do por do Sol. A montanha que conectava o mundo imortal ao mundo mortal. Ao abrir os olhos, ela sorriu pois jamais havia se achegado aquele monte sua áurea negra não a permitia, mas ao estar com um anjo o que a lhe impediria ? Não havia ninguém para lhe tirar dali, como nas últimas vezes que ela desejara sentar ao alto da montanha para apreciar a paisagem e tocar sua flauta ao luar.

Fênix vermelha – Obrigada, você realizou um sonho!

Lóng Bai – Eu ?

Fênix vermelha – Sim, a barreira mágica que habita em Kulun, nunca permitiu que eu alcançasse este local! Mesmo com a energia que carrego em minha espada.

Lóng Bai – Eu conectei minha áurea a sua, assim pude lhe trazer aqui! Mas qual energia você carrega em sua espada?

Fênix vermelha – No tempo certo saberá! Está passagem é mais bela que qualquer local que já estive.

Lóng Bai – Está paisagem é bela e harmônica, como o que sinto por você.

Fênix vermelha – Isso não é possível !

Lóng Bai – Por que não seria ?

Fênix Vermelha – Eu sou um demônio e você é diferente! Estamos condenados desde a troca de nossas espadas.

Lóng Bai – Eu trocaria minha imortalidade, por mil vidas humanas com você!

Fênix vermelha – Você é louco! Somos marcados por guerras! Somos inimigos antes mesmo de nossos nascimentos!

Lóng Bai – Nós não somos nossos pais! Nós somos nós, e temos o direito de nos amar.

Fênix vermelha – Eu apenas acreditarei se você me provar !

Lóng Bai – Como, eu poderia provar ?

Fênix vermelha – Eu quero me entregue o que mais estima e eu entregarei a você o que mais estimo.

Lóng Bai – O que mais estimo ? O que mais estimo é simples, entre todas as armas do reino dos céus é algo que me faz sorrir e nunca me deixou desde que eu me entendo como imortal!

Fênix vermelha – Então, é isto que eu desejo!

Lóng Bai – Eu lhe entregarei, feche os olhos e estenda suas mãos.

Assim, a Fênix fez e ao estender suas mãos foi lhe dado o arco da emoção, como chamará o príncipe o arco que sua mãe lhe deixara. Este arco, não continha flechas ao contrário de todos, suas flechas eram suas emoções. O arco deparava conforme os sentimentos de seu mestre. Ao abrir os olhos, a Fênix sorriu e lhe entregou sua pena. O príncipe então se surpreendeu. A Fênix, então lhe explicou que ela não era uma Fênix, no entanto, sua mãe era uma Fênix dos Céus que se apaixonou por seu pai e se tornou um demônio renunciando todo seus status por amor. Então o príncipe, respondeu que nunca havia escutado sobre tal história, ela lhe afirmou que nesta noite a Fênix voo sobre os Céus e despejou uma chuva de esquecimento, ela havia contaminado todo o local com as gotas do Rio do esquecimento, assim ninguém saberia de seu feito, apenas saberia os amantes que amavam desde sua primeira troca de olhares no palácio em um banquete de comemoração real nos Céus. Ela também o disse que está pena realizaria qual quer desejo que tivera em seu coração, então ele sorriu e disse que depois disto tudo o único desejo dele era que o amor entre o demônio e anjo fosse real, como de seus pais reais. Então ela sorriu e lhe a beijou no alto de sua testa, dizendo que por ela faria como sua mãe o fez e então ela replicou que ele jamais deveria se tornar um demônio, pois sua mãe morreu logo após seu nascimento e ela foi chamada pelo nome de sua mãe Li’er, mas conhecida como a Fênix vermelha. Então o príncipe a abraçou e disse que não permitiria que ocorresse os feitos do passado, e que eles seriam felizes por todas as eternidades.

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Flechas do Medo

Parte 5 – Reencontro 1/2

Vinte e mil anos atrás…

Vinte e cinco mil anos haviam se passado após a guerra entre os reinos, eles nunca haviam se encontrado depois da guerra tanto Lóng Bai, tanto a Fênix vermelha. Mas em um dia no Reino Humano, a princesa do Submundo e o príncipe dos Céus se encontraram conectados por suas espadas. Ao passarem por ruas diferentes suas espadas sentiram a áurea respectivos mestres, e foram ao encontro deles ambos seguiram suas espadas e gritavam “Volte aqui! Espada louca! ”

Ambas espadas também pareciam estar apaixonadas, mesmo que seus mestres jamais tenham se visto pessoalmente depois de tantos anos, séculos… eles sentiam o uso de cada espada, de cada toque a dor de cada batalha ambos já estavam casados em espírito apenas seus corpos não estavam conectados e não sabiam.

Ao toque das duas espadas no ar, o tempo para os humanos congelou apenas havia os dois naquele lugar então a katana de Sakuras do príncipe fez chover para todos os lugares pétalas da flor e assim a jovem recitou uma canção que talvez seria uma declaração de amor.

De Xue Tao – CANÇÃO CONTEMPLANDO A PRIMAVERA.

Ao sopro do dia envelhecem as flores

Longe o momento, tão longa a espera

Nenhum laço une amor e amante

trança o vazio meu nó-do-amor

Insuportáveis os galhos repletos,

flores demais! Saudades às pencas

Plena manhã, o espelho reflete

à primavera as lágrimas, o vento.

Então jovem príncipe recitou “O destino une os amantes, mas também os trai.”

Aquele era o início, mas também o fim.

Seus olhares fixados um ao outro, os faziam ligados por todas as vidas.

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Um estranho na sua mente

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Havia um estranho em minha mente, um estranho ruído de saudade. Não sei se era saudade de minha infância ou de um velho amor, mas a maior saudade era a do sabor da maçã do amor. Aquela que quase quebrava meus dentes mas saboreava minha boca. Também vinha uma estranha saudade na minha mente do doce português da vovó, Aletria seria este? Bom, sim ele mesmo que me trazia alegria. Algumas doces saudades meio estranhas vinham e iam, mas algumas tristes saudades estranhas também vinham e não queriam ir, como a do meu primeiro amor. Éramos um doce poema, alegria e tristeza… saudade e nobreza, não se vá amado, mas ele se foi e apenas me deixou a saudade que marcaste a minha alma e não me trouxeste na mente alegria, apenas marcas na minha vida de puro amor infantil, este me marcou e me ensinou… Mas se foi, não quero que volte, pois a história escrita não se volta nem edita, já foi marcada a tinta nas folhas e agora é uma nova vida. Enxergue, enxergue o além mas não exagere a simplicidade não traz vaidade e sim nos trás paz. Agora a vaidade só nos deixa caos.

– Pensamentos de um Conto autêntico.

Quando escrevo minha mente entra em paz, isso me transmite alegria e não caos.

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Flechas do Medo

Parte 4 – Vozes do medo

Huá’er, tinha as vozes do medo em seu coração. Ela sabia que ao completar vinte e mil anos, teria que lutar com seus tios mais velhos pelo trono do Submundo, e isto não era o desejo de seu coração. Para ela doía menos a perda de um amante no Mundo humano, que a luta entre seus tios pela coroa do Dragão. Esta luta não poderia acontecer nenhum um dia antes, nem um dia depois, está luta deveria ser no dia de seu aniversário este era o decreto do grande Rei Dragão.

Então, determinada não lutar fugiu para o Mundo humano, sem saber que o general Li, o homem cujo havia amado sua mãe estava a sua espreita a cada segundo, a cada momento, sem que ela mesma percebesse. Ele sabia que a guerra não a agradava, mesmo que tivesse um exército aos seus pés, mesmo que tivesse o melhor mestre ela invejava a vida humana. A vida humana era passageira, era feita de altos e baixos, mas também tinha paixão. A paixão movia o homem, e querer está paixão movia Huá’er a querer viver e ainda experimentar emoções que a vida lhe tinha a trazer. Então vestida como um homem, foi ao Mundo humano sendo observada de longe. Naquela noite, seu mestre decidiu que só a levaria de volta depois que ela tomasse todos os jarros de vinho que desejava. No mesmo momento em que a jovem se foi a beber, emissários do Céu desceram, até o Submundo, sabendo que aquela peleja pelo trono iria ocorrer, desejaram então ver. A comando do imperador, seu neto herdeiro iria o representar. Sua missão na verdade, era investigar se havia pontos de rebelião no lugar. O Rei do Submundo nada se agradou, mas já que não havia escolha, ele aceitou. O segredo do Rei, era profundo e nem mesmo o pai da princesa sabia, apenas o Imperador do céu e o Rei do Submundo entendiam tudo. O caso era complexo, o Rei do Submundo em si se revoltou, como o Imperador tinha direitos que ele mesmo não tinha, em seu coração a revolta foi forte já ele não desejava o poder do Céu, apenas que reinasse no seu próprio caos com sua mente conturbada por perder sua filha favorita. Quando ele perdeu sua filha, ele entendeu que nenhum poder poderia comprar o vazio da perda de uma pessoa amada. Mas o que poderia ter acontecido ? Em tudo as memórias do Rei vinheram e o consumiram, como a bebida consumia sua neta no reino humano.

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Parte 3 – Escuridão

O coração da jovem Huá’er, era como de seus pais, era cheio de vida e amor, mas também tinha ódio e dor. Huá’er, não sabia da história passada. Não entendia o que havia ocorrido entre eles, a ela foi contado que seu pai havia usado sua mãe, para destruir o Reino do Submundo e tomar o controle de todos os reinos do Sul ao Norte. A única coisa que ela entendia que ganância era a ruína do homem, em seu coração ela apenas desejava paz. Ao ver as guerras no Mundo humano, ela ia até os guerreiros e os curava, ao tocar a flauta da vida e da morte. O guerreiro cujo o propósito era a vida e não a guerra era curado, o guerreiro cujo o propósito era a morte, este morria e a flauta o consumia. Seu propósito era acabar com o mal, mas ela sabia em seu coração que fazia parte da própria escuridão. Está escuridão havia sido escrita desde o seu nascimento, era a escuridão de ter nascido na realeza de ambição.

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Flechas do Medo

O início (parte 2)

Huá’er, estava perto de completar vinte e mil anos e já era general de um dos exércitos mais fortes do Submundo deixados pela sua mãe, seu mestre era o general Li, fiel escudeiro da Fênix vermelha. O general Li, amou intensamente a mãe de Huá’er, no entanto, ela apenas tinha olhos para seu único amado o Lóng Bai e quando percebeu que seu grande amor estava na verdade sempre ao seu lado, foi tarde demais. Era um amor que os consumiu até o último segundo em pontos bons e negativos. Seu primeiro encontro foi a cerca de quarenta e cinco mil anos antes, em uma guerra na fronteira do céu e do submundo. Ambos afiaram suas espadas e lutaram, quando o fio de uma tocava na outra era como música e apenas soava harmonia, mas quando um olhar tocou no outro a única coisa que ambos tinham era um futuro amor sem harmonia ou vida, era um amor findado ao fracasso. Seu início, meio e fim, estavam determinados ali. Ao toque das trombetas celestes, e da flauta negra a guerra parou, ambos reinos haviam feito um acordo de paz. Seus generais entregaram um ao outro suas espadas de guerra, como símbolo de paz e prosperidade. A Fênix vermelha, e o General Lóng Bai, retiraram seus capacetes de guerra, se olharam fixamente e entregaram suas espadas. A Fênix sacou quatro espadas mágicas e delas retirou sua espada de lótus dourada, está ela apenas poderia entregar ao homem que ela tivesse em seu coração, ao sacar está espada ela estava afrontando a todos do Céu, pois um demônio e um anjo jamais poderiam viver uma paixão. O general Lóng Bai, sacou sua espada de katana de Sakuras, ali ele declarou que ela seria dele e a guerra entre o céu e o submundo findou, mas a guerra de dois amantes havia acabado de começar. Dois corações, dois corpos e lágrimas estavam a brotar, como bambus no meio das florestas vazias e sem fim.