Contos, Fantasia

Confia no que não vê

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Parte – 3

Ana Júlia, garota ansiosa… Será pra que? Bora lá vê? O caso verídico do “Confia no que não vê”


Mensagem:

Ana Júlia – Queria te ver!

Marcelo – Eu também queria te ver, hoje é dia dos namorados.

Ana Júlia – Que tal nos vermos hoje? Às 18:30, só posso esse horário… digo que vou à igreja e te encontro.

Marcelo – Uma ótima ideia! Mas se fosse minha namorada já ia ganhar presente.

Ana Júlia – Mas não posso ser… não agora!

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Confia no que não vê

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Parte – 2

Ana Júlia, era cristã desde que se entendia por gente. Mas não entendia o motivo de tanta tristeza na sua mente. A verdadeira resposta era, não havia confiança em Deus e a culpa era sempre d’Ele. “Por que Deus não sou feliz?” Que culpa Deus tem de nossas más escolhas ? Nenhuma! Mas em sua mente só crescia raiva e revolta e isso a consumia tão bem. Na escola, ela via quem era mal em boa vida e ela tão “certa” sempre sofria. Nesta começou a curiosidade. Com pouca idade já se tocava e logo depois dizia que desejava ficar e beijar. Suas amigas que lhe chamavam de crente já não mais o faziam, viam nela a imagem do que queriam. Os anos se passaram dos nove ela foi pros quatorze. Ela não via seu pai e quando via eram em fotos de dia dos pais com todos juntos menos ela. Já não queria de toda maneira a igreja, então se enamorou por alguém da rua. Uma estranha paixão que bateu na porta de seu coração. Ele estava parado diante dela, com sua roupa de dança e diante dele todas as meninas o viam e o abraçam isto era numa escola, a qual ela foi apenas para ver suas amigas e o destino não o próprio mal os fez se encontrar ali. Jamais era de se imaginar que toda sorte de loucura iria acontecer com essas duas peças… História verídica está.

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Fantasia

Confia no que não vê

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Parte 1

Ana Júlia, era o nome dela nascida em uma cidade grande mas com uma pequena vida. Sufocada pela periferia até os nove anos, quando sua mãe se separou de seu pai. Este pai que abusava de sua mãe constantemente. Abusos verbais, sexuais e físicos. Mas o maior abuso era o da alma triste e abatida. Ana Júlia irmã mais nova de Pedro, quatro anos mais velho e que lhe batia como um bruto, mas cuidava como um pai.

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