
Havia um estranho em minha mente, um estranho ruído de saudade. Não sei se era saudade de minha infância ou de um velho amor, mas a maior saudade era a do sabor da maçã do amor. Aquela que quase quebrava meus dentes mas saboreava minha boca. Também vinha uma estranha saudade na minha mente do doce português da vovó, Aletria seria este? Bom, sim ele mesmo que me trazia alegria. Algumas doces saudades meio estranhas vinham e iam, mas algumas tristes saudades estranhas também vinham e não queriam ir, como a do meu primeiro amor. Éramos um doce poema, alegria e tristeza… saudade e nobreza, não se vá amado, mas ele se foi e apenas me deixou a saudade que marcaste a minha alma e não me trouxeste na mente alegria, apenas marcas na minha vida de puro amor infantil, este me marcou e me ensinou… Mas se foi, não quero que volte, pois a história escrita não se volta nem edita, já foi marcada a tinta nas folhas e agora é uma nova vida. Enxergue, enxergue o além mas não exagere a simplicidade não traz vaidade e sim nos trás paz. Agora a vaidade só nos deixa caos.
– Pensamentos de um Conto autêntico.
Quando escrevo minha mente entra em paz, isso me transmite alegria e não caos.
